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O sínodo no centro da assembleia geral da conferência dos religiosos

« É toda uma renovação da diocese que é preciso empreender para que a nossa Igreja esteja viva. » (Cardeal Jean-Claude Hollerich)

A assembleia geral da Conferência Nacional dos Religiosos e Religiosas do Luxemburgo (CNRL) realizou-se na terça-feira, 3 de março, na Maison d’accueil das irmãs Franciscanas. Os superiores maiores e os seus conselhos, representantes das comunidades presentes no país e uma delegada das virgens consagradas rodeavam a presidente, irmã Dorothe-Maria Lause. Foi ocasião para fazer o balanço do ano passado e falar dos projetos para 2026, sob o olhar atento do cardeal Jean-Claude Hollerich, arcebispo do Luxemburgo, e de monsenhor Franco Coppola, núncio apostólico para a Bélgica e o Luxemburgo.

Depois da apresentação dos diferentes relatórios, etapa obrigatória de qualquer assembleia geral, D. Hollerich foi convidado a falar da aplicação no diocesse do sínodo sobre a sinodalidade. «Constituí uma equipa sinodal», explicou, «para passar à concretização do documento final do sínodo. Esta equipa tem um caráter um pouco institucional, porque é necessária autoridade para pôr em prática. É preciso criar um impulso missionário. A sinodalidade está ao serviço da missão. Cada batizado deve dar-se conta de que deve contribuir para a missão da Igreja. (…) É um desafio pastoral. (…) Há um tímido, mas real, renascimento religioso. Vemo-lo quando trabalhamos com os jovens. (…) Devemos mudar as nossas estruturas, mas primeiro viver uma conversão pessoal. É toda uma renovação da diocese que é preciso empreender para que a nossa Igreja seja viva.»

Este renascimento que vem dos jovens manifesta-se também na Bélgica, como constatou D. Coppola: «Este movimento não é fruto de uma pastoral específica», observou o núncio, «os bispos belgas também o vivem há alguns anos. (…) É preciso agora ver nas novas comunidades uma fonte de inspiração para a oração, a vida comunitária e o compromisso para além da missa. O desafio para as dioceses e as paróquias é suscitar iniciativas para que os fiéis se sintam em comunidade. Seria necessário colocar a tónica na formação; em todas as profissões atualizamo-nos todos os dias! (…) E é preciso levar a presença do Senhor junto daqueles que são deixados à margem.»

Um programa para uma Igreja missionária que se põe a caminho, ajudada pela aplicação concreta do sínodo sobre a sinodalidade.

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